FEIRAS LIVRES DE MOGI ALIMENTAM MAIS DE 1,3 MILHÕES DE PESSOAS

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Com 376 feirantes licenciados, as feiras livres chegam a 62,5% da população de Mogi e seguem como parte da tradição e do sustento da cidade

Todas as semanas, de terça-feira a domingo, Mogi das Cruzes dispõe de 27 feiras em 18 diferentes pontos (regiões) da cidade, incluindo três feiras noturnas e seis varejões. Isso representa quase  1.458 eventos de abastecimento realizados anualmente, número que, somado a outras ações, chega a quase 1.500 feiras por ano.

O impacto é expressivo: mais de 111 mil pessoas são atendidas por mês, o que totaliza 1,3 milhão de consumidores ao ano, alcançando 62,5% da população mogiana. Para sustentar essa rede de abastecimento, a cidade conta com 376 feirantes licenciados pela Secretaria de Agricultura e Segurança Alimentar, que mantêm viva uma tradição centenária e essencial para a economia local.

O casal Antônio Carlos da Silva 56 anos e Aparecida da Penha Fernandes Silva estão há mais de 20 anos atuando como feirantes na Cidade. “São décadas de relacionamento e trabalho juntos nas feiras, é a nossa vida”, diz ela. “Estar nas ruas, atendendo o público é muito bom”, completa ele. 

O secretário de Agricultura e Segurança Alimentar, Renato Abdo, acredita que as feiras livres têm papel estratégico não só no abastecimento, mas também no fortalecimento econômico do município. “O feirante é um verdadeiro pilar da economia local. Cada banca representa geração de renda, empregos diretos e indiretos, além de movimentar a produção da nossa agricultura. É uma profissão que atravessa gerações, passando de pais para filhos, preservando uma tradição que faz parte da história da nossa cidade. Celebrar o Dia do Feirante é reconhecer a importância de quem, com dedicação diária, sustenta famílias e ajuda a movimentar a economia de Mogi”.

Para a secretária-adjunta, Mariana Fraga, o papel social das feiras é primordial. “As feiras não são apenas espaços de compra e venda. Elas são pontos de convivência, cultura e confiança. O consumidor conhece o feirante, cria vínculo e sabe de onde vem o alimento que leva para casa. Isso fortalece a nossa identidade e mostra que a feira é, acima de tudo, um patrimônio da cidade”, destacou.

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